all the things I wanted to say

Não desiste de mim. Por trás de tanta indecisão tem alguém que precisa de companhia mesmo fingindo que não. Tem alguém que odeia todo mundo num segundo e chora de saudades de todos no segundo seguinte. E de você principalmente.

(Source: flordoabismo, via disaffecte-d)

Eu sou do tipo que lê mil vezes a mesma mensagem, só pra ter o gosto de sorrir de novo.

Corey Taylor  (via reencontrar)

(Source: i-nc0gnita, via alinemaia)


Eu constantemente sinto saudade das coisas que perco, mas não as quero de volta. Já doeu uma vez.

Eu constantemente sinto saudade das coisas que perco, mas não as quero de volta. Já doeu uma vez.

(via alinemaia)

intransitif:

Eu tenho muita saudade de você. Saudade do que a gente era, do que você aparentava ser. Do seu jeito descontraído, autoritário; de como as coisas fluíam quando tu me olhavas daquele jeito fraternal. Eu tenho a impressão de estar prestes a morrer quando lembro de que a gente era tudo um para o outro, e hoje eu estou numa busca insaciável para tentar te esquecer. Eu me vestia de você pra me sentir bem, me perfumava de você pra ficar inatingível, me enchia de você pra tu ver que eu era tão tua, que jamais outra garota poderia me substituir. Eu tento não olhar para trás, porque eu sei que irá doer quando eu notar mais uma vez que o que nós construímos foi abruptamente jogado para o alto. Por sua culpa. Pelo seu egoísmo, pela falta de amor-próprio, por não me amar o suficiente tanto quanto eu te amei – loucura de minha parte de me entregar a você de forma onde não havia mais volta. Eu sinto tanto, mesmo tendo toda consciência de que não tive um por cento de culpa. Eu nunca esperei isso de você; que tu me destruísse dessa forma, que me acabasse, que me esfarrapasse. Porque na minha mente pequena e inocente, eu e você já éramos um só, e que quando tu dizias que se me machucasse te doeria em dobro, fosse verdade. Eu acreditei. Me desculpe por ter sido ingênua a esse ponto. Me perdoe por ter me doado a você quando tu não pretendia fazer o mesmo. Desculpe-me por te defender diante de todos aqueles que me alertavam sobre você; por ter estado tão no alto que não percebi que você estava descendo. Perdoe-me por ter acreditado no teu melhor, desde sempre ter amado cada mínimo defeito, ter te ajudado a levantar nos teus tropeços, ter visto vantagem nos teus erros. Não sei porque peço desculpas, quando eu deveria estar te deixando pra trás. Mas eu não consigo, garoto; não consigo porque algo sempre me trás de volta a nós dois. Em cada esquina eu encontro um pouco de você. Está difícil, tente me compreender. Tente ver o meu lado, pelo menos uma vez. Tente enxergar o quanto tu me acabou, o quanto me destruiu. Porque eu posso ser essa ruína, essa força repelida – mas você sabe da verdade; sabe porque me conheceu. Eu sou fraca. Eu não aguento sozinha. Eu me destruo facilmente. Nós éramos tudo, tínhamos tudo, almejávamos tudo; hoje eu estou num canto e você foge de mim tentando estar no oposto – por culpa. Por saber que me acabou e que jamais terá volta.  Porque tu sabes que eu não te quero de volta. Porque, apesar de tudo, eu sou a mulher que você jamais encontrará em outro lugar. Eu sinto sua falta, mas meu amor-próprio é maior que tudo isso. E você sabe que nunca me mereceu; eu sempre fui demais para o que tu podias suportar. É tão triste quanto aqueles filmes onde o mocinho morre no final; você morreu pra mim. E eu estou numa busca para tentar sobreviver, por mais doloroso que isso esteja sendo. Germana K. (icanbeyourcocaine)  

intransitif:

Eu tenho muita saudade de você. Saudade do que a gente era, do que você aparentava ser. Do seu jeito descontraído, autoritário; de como as coisas fluíam quando tu me olhavas daquele jeito fraternal. Eu tenho a impressão de estar prestes a morrer quando lembro de que a gente era tudo um para o outro, e hoje eu estou numa busca insaciável para tentar te esquecer. Eu me vestia de você pra me sentir bem, me perfumava de você pra ficar inatingível, me enchia de você pra tu ver que eu era tão tua, que jamais outra garota poderia me substituir. Eu tento não olhar para trás, porque eu sei que irá doer quando eu notar mais uma vez que o que nós construímos foi abruptamente jogado para o alto. Por sua culpa. Pelo seu egoísmo, pela falta de amor-próprio, por não me amar o suficiente tanto quanto eu te amei – loucura de minha parte de me entregar a você de forma onde não havia mais volta. Eu sinto tanto, mesmo tendo toda consciência de que não tive um por cento de culpa. Eu nunca esperei isso de você; que tu me destruísse dessa forma, que me acabasse, que me esfarrapasse. Porque na minha mente pequena e inocente, eu e você já éramos um só, e que quando tu dizias que se me machucasse te doeria em dobro, fosse verdade. Eu acreditei. Me desculpe por ter sido ingênua a esse ponto. Me perdoe por ter me doado a você quando tu não pretendia fazer o mesmo. Desculpe-me por te defender diante de todos aqueles que me alertavam sobre você; por ter estado tão no alto que não percebi que você estava descendo. Perdoe-me por ter acreditado no teu melhor, desde sempre ter amado cada mínimo defeito, ter te ajudado a levantar nos teus tropeços, ter visto vantagem nos teus erros. Não sei porque peço desculpas, quando eu deveria estar te deixando pra trás. Mas eu não consigo, garoto; não consigo porque algo sempre me trás de volta a nós dois. Em cada esquina eu encontro um pouco de você. Está difícil, tente me compreender. Tente ver o meu lado, pelo menos uma vez. Tente enxergar o quanto tu me acabou, o quanto me destruiu. Porque eu posso ser essa ruína, essa força repelida – mas você sabe da verdade; sabe porque me conheceu. Eu sou fraca. Eu não aguento sozinha. Eu me destruo facilmente. Nós éramos tudo, tínhamos tudo, almejávamos tudo; hoje eu estou num canto e você foge de mim tentando estar no oposto – por culpa. Por saber que me acabou e que jamais terá volta.  Porque tu sabes que eu não te quero de volta. Porque, apesar de tudo, eu sou a mulher que você jamais encontrará em outro lugar. Eu sinto sua falta, mas meu amor-próprio é maior que tudo isso. E você sabe que nunca me mereceu; eu sempre fui demais para o que tu podias suportar. É tão triste quanto aqueles filmes onde o mocinho morre no final; você morreu pra mim. E eu estou numa busca para tentar sobreviver, por mais doloroso que isso esteja sendo. Germana K. (icanbeyourcocaine)  

(via fernandaribeiro01)

Só que aí eu acabei mudando. E foi mudança aos poucos, porque até hoje me dou conta de coisas minhas que já não estão mais lá e, quem roubou, eu jamais vou saber. O sorriso mudou e a vontade de sorrir pra qualquer pessoa também, graças a Deus. Foi por sorrir tanto de graça que eu paguei tão caro por todas as coisas que me aconteceram. Às vezes me pego olhando ao meu redor e vendo tanta menina parecida comigo. Tanto sentimento gritando de bocas caladas e escorrendo de peles secas. Tanta coisa acontece com a gente. Tanta gente passa pela gente, mas tão pouca gente realmente fica. E eu sei que, talvez, eu tivesse que ficar triste. Talvez eu tivesse que continuar secando lágrimas, abraçando o vento e rindo no vácuo, mas o fato é que eu não consigo. Eu não consigo mais ser triste só para mostrar que um dia eu fui - ou achei que tivesse sido - feliz. Aprendi com os meus próprios erros que sofrer não torna mais poético, chorar não deixa mais aliviado e implorar não traz ninguém de volta. Aprendi também que por mais que você queira muito alguém, ninguém vale tanto a pena a ponto de você deixar de se querer. Eu que gritei para tantas pessoas ficarem, hoje só quero mesmo é que elas sumam de uma vez por todas. E em silêncio, que é pra ninguém ter porque se lamentar.


Tati Bernardi  (via poetas-suicidas)

(Source: afeta-me, via heartlessdrunk)

— Quem não procura, não sente falta.
— Engano seu. A saudade é grande, mas o orgulho é ainda maior.

Caio Fernando Abreu

(Source: letbaccho, via chuvadeamor)